Você já investe em conteúdo, site, talvez até em mídia paga – e mesmo assim, quando procura no Google, a sua empresa não aparece onde deveria. Pior: aparece, mas não converte. Este é o ponto em que “fazer SEO” deixa de ser uma tarefa de marketing e vira uma decisão de crescimento: ou você transforma busca orgânica em canal previsível de leads, ou você mantém um ativo caro, lento e sem controle.
É exatamente aqui que entra uma consultoria de seo para empresas. Não como “mais um fornecedor”, mas como um time sênior que assume o volante, cria critérios de decisão e corta desperdício. SEO, para quem decide, tem de ser simples: metas claras, execução disciplinada e ROI rastreável.
O que uma consultoria de SEO para empresas faz (na prática)
A diferença entre consultoria e “serviço de SEO” costuma ser brutal. Serviço normalmente entrega tarefas: ajustar título, publicar artigos, criar links, gerar relatórios. Consultoria entra para resolver um problema de negócio: como conquistar demanda qualificada no Google e converter em receita, sem achismo.
Na prática, uma boa consultoria começa respondendo três perguntas incômodas: quais termos de busca realmente trazem dinheiro, quais páginas estão mais próximas de ganhar posições e onde o seu funil está vazando (atrai, mas não vende? vende, mas pouco?). A partir disso, ela define um plano com prioridades e métricas que um decisor entende: volume e qualidade de leads, custo por lead equivalente, receita influenciada, share de visibilidade por categoria.
SEO tem várias frentes, mas quase sempre se resume a quatro alavancas: arquitetura e rastreabilidade (o Google consegue entender o site?), conteúdo orientado a intenção (o texto responde o que o usuário quer?), autoridade e relevância (o mercado “reconhece” você?) e conversão (o tráfego vira contato?). Consultoria de verdade orquestra essas alavancas com trade-offs claros – porque nem sempre dá para fazer tudo ao mesmo tempo.
Onde a maioria das empresas erra e perde dinheiro
Os erros costumam se repetir, inclusive em empresas bem estruturadas.
O primeiro é confundir volume com valor. Ranqueiar para termos genéricos pode inflar visitas e não mover o faturamento. SEO que gera vaidade vira um ralo: relatório bonito, caixa vazio.
O segundo é fazer conteúdo sem mapa de intenção. Artigos “educativos” até podem funcionar, mas, sem cobertura de termos de fundo de funil e sem páginas comerciais fortes, você educa o mercado para o concorrente vender.
O terceiro é ignorar técnica e velocidade. O site pode ter design impecável e ainda assim ser lento, mal rastreável, com canibalização de palavras-chave ou estrutura que dilui relevância. O resultado é previsível: o Google hesita, e você paga a conta com anos de atraso.
O quarto erro é medir errado. Se o seu SEO é avaliado por posição média e tráfego total, você incentiva otimização de palavras sem impacto comercial. O que deveria mandar no jogo é lead qualificado e conversão – e isso exige integração com CRM, eventos bem configurados e critérios de qualificação.
O método que reduz incerteza: diagnóstico, prioridades e sprint
SEO fica “místico” quando não tem método. Um processo consultivo costuma começar por um diagnóstico que olha o canal do jeito que um diretor olharia: oportunidades, gargalos e retorno potencial.
Primeiro vem o diagnóstico técnico: indexação, logs e rastreamento, sitemap, canonical, erros de cobertura, performance na tela do celular, estrutura de URLs e problemas de duplicidade. Aqui é onde muitas empresas descobrem que o site está competindo contra si mesmo.
Depois entra o diagnóstico de conteúdo e intenção: quais temas já têm tração, quais páginas estão a 1-2 passos de subir (quick wins) e quais lacunas de fundo de funil impedem a captura de demanda pronta para comprar.
Em seguida, análise competitiva orientada a mercado: quem domina quais categorias, por quê, e onde há brechas. Não é para copiar conteúdo – é para entender o padrão de qualidade exigido para ganhar.
Por fim, plano priorizado em sprints. Nem todo ajuste técnico é urgente, e nem todo conteúdo compensa. Uma consultoria forte coloca tudo em uma fila de impacto versus esforço e define um ritmo de entrega. É assim que o canal deixa de ser “projeto infinito” e vira operação.
Como escolher uma consultoria de SEO sem cair em promessa vaga
Você não precisa de mais apresentações. Você precisa de critérios.
Comece exigindo clareza de escopo: o que será feito, com qual frequência, e o que depende do seu time. SEO que depende de “alinhamentos constantes” e não fecha entregáveis vira eternamente inconcluso.
Depois, cobre transparência de mensuração. Se a consultoria não fala naturalmente de eventos, atribuição, integração com CRM e qualidade de lead, ela está jogando um jogo antigo. “Tráfego” sozinho não paga conta.
Peça exemplos de decisões difíceis. Um bom consultor consegue explicar por que não vale investir em uma palavra-chave famosa, por que uma página precisa ser consolidada, ou por que vale pausar produção de conteúdo para corrigir arquitetura. Quem diz “sim” para tudo geralmente está vendendo horas, não resultado.
E preste atenção na senioridade. SEO é cheio de detalhes que punem amadores: migração mal feita, tag noindex acidental, parâmetros duplicando páginas, interlink que dilui relevância, conteúdo que canibaliza. Uma consultoria madura evita esses acidentes porque já viu o filme.
O que você deveria ver nos primeiros 30 a 90 dias
SEO não é instantâneo, mas também não é uma caixa-preta de seis meses. Nos primeiros 30 dias, você deveria ter diagnóstico completo, mapa de oportunidades e um backlog priorizado com justificativas de ROI. Também deveria enxergar correções técnicas críticas em andamento, porque elas destravam todo o resto.
Entre 60 e 90 dias, o esperado é começar a ver sinais mensuráveis: páginas saindo do limbo, ganho em impressões e cliques em clusters específicos, redução de canibalização, melhoria de CTR em termos que já ranqueavam, e – o mais importante – uma trilha de conversão mais limpa (formulários, WhatsApp, ligações, eventos). Se nada disso aparece, o projeto está no modo “produção” e não no modo “crescimento”.
Aqui vale o “depende” que poucos dizem: em mercados muito competitivos, o ganho de posição pode demorar mais, mas os indicadores de saúde (rastreio, indexação, cobertura de intenção, qualidade de páginas comerciais) aparecem cedo. Você não compra posição, você constrói condição de vitória.
SEO e mídia paga: aliados, não rivais
Para empresas que precisam de resultado, a conversa madura é SEO + performance. Busca paga compra velocidade. SEO compra margem e previsibilidade.
A consultoria certa usa dados de mídia para acelerar SEO: termos com melhor taxa de conversão viram prioridade de páginas e conteúdo; anúncios indicam linguagem que aumenta CTR; páginas que convertem em mídia viram referência para melhorar o orgânico. E o caminho inverso também vale: quando SEO começa a capturar termos caros, você reduz dependência de mídia e tira pressão do CAC.
O trade-off aqui é orçamento e foco. Se a empresa está em fase de escala e precisa de pipeline imediato, mídia paga segura o curto prazo enquanto SEO constrói o ativo. O erro é tratar SEO como “barato” e mídia como “caro”. Caro é não medir e não aprender.
Quanto custa e como pensar ROI sem autoengano
O custo de uma consultoria varia com complexidade, concorrência e velocidade desejada. Mas a pergunta certa não é “quanto custa?”, e sim “quanto custa continuar invisível ou mal posicionado?”.
ROI em SEO precisa considerar três camadas: receita direta atribuída (quando dá para rastrear), receita influenciada (quando o orgânico entra no meio do caminho) e economia de mídia (quando você deixa de pagar por cliques que o orgânico passa a capturar). Se a consultoria não conversa sobre essas camadas, ela está te empurrando para uma métrica confortável para ela.
Uma referência prática: se você sabe o ticket médio, taxa de conversão de lead em venda e capacidade do time comercial, dá para estimar o valor de subir um conjunto de termos com intenção comercial. Não é adivinhação – é modelagem com hipóteses explícitas, revisadas com dados.
Quando faz sentido contratar agora (e quando não faz)
Faz sentido contratar quando você já validou oferta e venda, mas precisa escalar aquisição com previsibilidade. Também faz sentido quando a empresa depende demais de mídia paga e quer construir um ativo que reduz risco e aumenta margem.
Pode não fazer sentido se o seu site está prestes a mudar completamente e ninguém tem disponibilidade para implementar ajustes, ou se você ainda está testando produto, preço e ICP. SEO amplifica clareza. Se não existe clareza, ele amplifica confusão.
Se você quer um começo objetivo, um caminho é iniciar com um diagnóstico gratuito para mapear gargalos e priorizar ações com impacto em leads. A Midialytics trabalha exatamente neste modelo consultivo, com foco em decisões guiadas por dados e execução orientada a performance.
Você não precisa “acreditar em SEO”. Você precisa exigir que ele se comporte como um canal de receita: com metas, método e transparência. A pergunta final, para orientar sua decisão, é simples e incômoda: o Google está trabalhando para a sua empresa enquanto você dorme – ou está trabalhando para o seu concorrente?

